segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Balada do suicida

Um passo para a eternidade.
Um gole para o infinito.
A lamina corre pelos pulsos,
e o sangue escorre pela garganta.

Quando o brilho do olhar se apaga,
os olhos querem se fechar.
E a única porta que se abre,
É a que ninguém quer entrar.

E a alma chora,
como um rio que não quer secar.
É o fim que demora,
como o caminho que não quer acabar.

Ah se eu pudesse estancar a dor.
E me impedir de morrer devagar.
Ah se eu pudesse acabar...

Um comentário:

Anônimo disse...

Também gostaria de acabar tudo de uma vez.
Um amor, uma ilusão, uma dor, o mundo...