A verdade é que nos julgamos muito fortes, daí vem uma farpa no dedo e choramos que nem bebê. Nos achamos pacientes, mas uma simples pedra no sapato nos tira do sério. Pensamos ser capazes de amar e cuidar de alguém e esquecemos de nós mesmos e/ou acabamos por magoar a todos. A verdade é que crescemos e sentimos falta daquela alegria inocente, casamos e sentimos falta do colo de mãe, vivemos para morrer, sem se preocupar em realmente viver, como numa estrada sem retorno. A verdade é que somos barquinhos de papel sem motor nem velas nesse mundão de mar, perdidos. Tudo que desce tem que subir. Assim como não é possível estar feliz o tempo todo, também é impossível estar infeliz o tempo todo. E enquanto minha embarcação não se desfazer na água, vou remar pra perto de Deus, pra perto de quem eu amo.
Vamos remar juntos?
sexta-feira, 3 de julho de 2009
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