segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Anônima

Vai por ai meu grande amor carregando consigo meu coração.
Vai por ai os sonhos dum louco deixando apenas ilusão.
Vai o meu ar, minha luz e vida e fica no vácuo icompreenssão.

Vai também a saudade dos sonhos que ainda não são.
Vai também o silêncio sutil que cala minha emoção.
Vai também a esperança morrendo na certeza do não.

Vai por ai,
anômala
Vai sem saber,
antônima.
Vai sem me amar,
anônima

3 comentários:

Anônimo disse...

Gosteeeeei!

Você escreve muito bem...
Não sabia que tinha mais de um poeta dentro da sala de aula!

Parabéns!

Cícero Vicente Andrade disse...

Obrigado , mas não sou poeta, não sou tão pretencioso assim.
Ps: ainda sinto que tudo que eu escrevo está incompleto, but...

Cícero Vicente Andrade disse...
Este comentário foi removido pelo autor.