Os homens são como ilhas,
presos aos seus mundos como parvos
palmos de terra, distantes da humanidade.
Os homens são como folhas,
caem ao sabor do vento e são levados
para qualquer direção.
Os homens são como concreto,
presos à realidades físicas impostas
por sua condição e dever.
Mas os homens também são como rios
que fluem moldando seu caminho
sobre a terra.
E adubam as próximas gerações,
para que novas árvores cresçam e
se alimentem de seu legado sobre a terra.
E também racham,
para que novas edificações sejam construídas
no lugar das velhas...
Sobre a terra.
terça-feira, 7 de julho de 2009
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Um comentário:
nossa ciço que lindo este poema
vc tem um dom para fazer crônicas da vida humana, às vezes tão superficial e às vezes tão complexa e bela
saudades de ti
bjos
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